Terceiro dia de Visita Pastoral: encontro com as comunidades
O “encontro de Dom Sergio com as comunidades”, desde o momento da organização para a entrada no salão paroquial, foi carregado de emoção, expectativa, alegria... Verdadeiramente, o sentimento era único, “um só pastor e um só rebanho”.
E essa foi a tônica do último compromisso que nosso pastor diocesano, Dom Sergio Krzywy, teve no terceiro dia da Visita Pastoral de, bispo da Diocese de Araçatuba, à Paróquia Imaculada Conceição de Guararapes, no dia 06 de agosto.
No salão, de início, somente D. Sergio e Pe. Amauri. Cantando cantos marianos, cada uma das comunidades de bairro que compõem a Paróquia foi conduzida por jovens, e adentrou o local carregando uma faixa, que a identificava, e conduzindo a imagem de seu padroeiro. Muitos estavam de mãos dadas. Crianças, jovens, adultos e idosos das comunidades, todos juntos, foram ocupando os espaços do salão paroquial.
A oração foi iluminada pelo texto de Jo 10,14-18.
Em seguida, foram exibidos vídeos especialmente preparados pela PASCOM, contendo o depoimento de um representante da comunidade de bairro, ilustrado por imagens das reuniões e demais atividades realizadas, bem como de sua localização geográfica. Tudo isso levou os presentes a reviveram a caminhada e a história recente desta porção do Povo de Deus presente em Guararapes.
Pe. Amauri, pároco, usou a palavra para dizer da sua alegria de estar nesta comunidade há tanto tempo, de conhecê-la tão bem e, por fim, poder dizer: “quando as pessoas participam com amor, o Pai aí está, Ele se faz presente. Somos seus discípulos, porque somos seus missionários”. E arrematou dizendo de sua certeza de que esta Visita Pastoral veio despertar ainda mais esse amor, esse sentimento e esse desejo de “ser e viver” em comunidade.
Como pastor que se alegra em ver suas ovelhas próximas, D. Sergio convidou a todos para uma reflexão sobre a vida de Jesus, antes de sua vida pública. Nesse tempo, Jesus viveu intensamente a vida do seu povo, experimentando também todas as suas angústias. Depois, quando começou a afirmar publicamente a sua fé, ajudava seu povo a compreender o Reino de Deus, que nasce das coisas e atitudes mais simples da vida.
É na vivência do mistério dessa descoberta que, também hoje, podemos continuar compreendendo o que é o Reino de Deus. Por isso, nossas comunidades são um tesouro, porque cultivam essa experiência de serem o sinal visível do Reino, desde o cuidado com os idosos, com os doentes, até a preocupação com o meio ambiente, a formação e a união que nasce da esperança. Como é belo ver todos participando! Ser comunidade é isso, participar. No rosto de cada um de vocês, está estampado o rosto do Senhor da Vida, Jesus, o Bom Pastor.
Por fim, deu a bênção com o “crucifixo da evangelização”.
O encontro terminou com a mesma alegria do início, em torno da mesa, numa confraternização.